Resenha: MAELSTROM - Resting in the Pantheon / Augury of Decline
Overload Beer Fest 2026
Data: 21/02/2026
Local: Carioca Club, Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo - SP
Bandas: Obituary (EUA), Vulcano, Surra, D.E.R., CEMITÉRIO
Ingressos:
Presencial: Carioca Club / Online: https://www.clubedoingresso.com/evento/overload-beerfest2026
Underground Noise Fest
Bandas: Cólera, Facada, Pesta, Diagnose, Dirty Grave, Fossilization, Krushhammer, Lasso, Murderess, Neptunn, Plastique Noir, Tantum, The Harpia, Trovão, Venomous Breath
Data: 16/05/2026 e 17/05/2026
Local: Centro Cultural Nhô-Quim Drummond (Casarão) - Praça Tiradentes, n° 257, Centro, Sete Lagoas - MG
Horário: 12:00 às 22:00
Ingresso: 1 Kg de alimento (válido para os dois dias)
SP FROM HELL festival
Bandas: Artillery, Master, Anthares, Vulture e Sadistic Messiah
Local e data: Dia 30/04/2026 quinta feira ( véspera de feriado) porta 19:30- Encerramento previsto para 02:30-03:00, Burning House- Av. Santa Marina, 247 Agua Branca- São Paulo- SP
Ingressos pelo site da Clube do Ingresso:
https://www.clubedoingresso.com/evento/spfromhell
Ingressos físicos sem taxa de conveniência:
Loja 255- Galeria do Rock- Somente pagamento via Pix
Carioca Club- Pinheiros- Pagamento via Pix ou dinheiro
ROTTING CHRIST - 35 Years of Evil Existence - Live in Lycabettus
Por Écio Souza Diniz
Este é um registro ao vivo histórico da trajetória do Rotting Christ. Mas, o que torna este CD/DVD especial? Primeiramente, o show foi gravado no Teatro Lycabettus (Lycabettus Hill Open Air Theatre), erguido no lendário Monte Lycabettus em Atenas, um local antiquíssimo ligado a mitos fundadores da capital grega e à paisagem contemplada desde a antiguidade por seus filósofos e cidadãos. Portanto, o Rotting Christ celebrar seus 35 anos de carreira naquele palco frente a milhares de pessoas não foi uma apresentação qualquer, mas sim uma honra simbólica. Segundo, o desempenho dos músicos mostra uma banda confiante, intensa e consciente do próprio legado, soando menos como um simples aniversário e mais como um ritual pesado diante de um público totalmente entregue. No quesito técnico, a gravação impressiona pela força do som encorpado, agressivo e claro o suficiente para valorizar riffs, linhas de baixo e coros sem matar a crueza, algo que muitos críticos e fãs já vinham pedindo depois de outros registros ao vivo mais irregulares.
O filme que inspirou o nome da banda Black Sabbath
Agora é Lei: 1º de novembro é dia do Heavy metal em Minas Gerais
Pub Utopia: tradição e resistência metal na Espanha
Por Écio Souza Diniz
O pub Utopia surgiu em 1981, quando o heavy metal ainda engatinhava na Espanha pós-ditadura, e é reconhecido como um dos pubs pioneiros dedicados ao metal no país, além de ser o primeiro da chamada zona heavy na cidade de Zaragoza, capital do Estado de Aragão e quarta maior cidade espanhola. Desde o começo, virou ponto fixo da cena underground: pequeno, intenso e sem frescura, desses lugares onde o metal acontece de verdade. Ao longo das décadas, o Utopía se consolidou como parada obrigatória em turnês underground, recebendo um grande número de bandas de peso nacional e internacional, tendo recebido bandas como Angelus Apatrida, Artillery, Evil Invaders, Gutalax, Master, Omen, Onslaught, entre outras. Além disso, o espaço do pub também recebeu bandas brasileiras como Krisiun, Mystifier, The Troops of Doom, Noturnall, Headhunter DC e Nervochaos. Portanto, mais que um pub, o Utopía sempre foi ponto de encontro, resistência cultural e base da cena, atravessando gerações sem perder a essência. O Pólvora Zine bateu um papo com Iván Blasco Gracia, que comanda as atividades do pub.
P.Z: Conta pra gente um pouco sobre como
surgiu o bar Utopia.
Ivan: O bar começou em 1981 porque essa região ficava perto da base
militar dos EUA, então acabou sendo uma das portas de entrada do metal em
Zaragoza. Por causa dos anos de ditadura rolava muita censura contra esse tipo
de som, mas mesmo assim, naquela época, teve um boom enorme tanto de bandas
quanto de bares voltados pra cena.
CANCER e PESTILENCE: Barcelona (Espanha) - 06/12/2025
Texto: Écio Souza Diniz
Fotos e vídeos: Écio Souza Diniz e Carlos Franco
A noite do dia 6 de dezembro começou relativamente fria na área central de Barcelona. Mas isso não era um problema, pois o death metal oldschool dos britânicos do Cancer e dos holandeses do Pestilence vinha para esquentar os motores do público presente. Como o descrevo a seguir, combustível não faltou para deixar o corpo com a ignição ligada.
O evento ocorreu no espaço da Sala Wolf no coração do bairro industrial de Poblenou, próximo à área central de Barcelona. A Wolf, inaugurada em 2018, tem se firmado como peça estratégica da música ao vivo na cidade, acolhendo desde bandas underground até turnês internacionais fora do circuito comercial. Com uma boa infraestrutura, foco em som bem tratado, palco próximo do público e agenda constante, o espaço ajuda a sustentar uma cena ativa de estilos alternativos.
Por volta das 20:50 horas do horario local, o death metal cru do Cancer dava início à pancadaria. Formado em 1987, em Ironbridge (Inglaterra), o Cancer teve papel fundamental na consolidação do death metal no Reino Unido, especialmente com o álbum To the Gory End (1990). Ao combinar a brutalidade do death metal com a precisão do thrash, o grupo ajudou a dar identidade própria à cena extrema britânica e abriu caminho para outras bandas do gênero. Atualmente, a banda está estabelecida na capital española, Madrid, e é composta pelo fundador John Walker (guitarra e vocal) e único membro da formação clássica original, acompanhado pelos músicos espanhóis Daniel Maganto (baixo), Gabriel Valcázar (batería) e Alberto García (Sacthu, guitarra) ao vivo em substituição temporária ao guitarrista Robert Navajas.
UGANGA - Ganeshu
Por Écio Souza Diniz
O Uganga é daquelas bandas inquietas para a qual o conformismo artístico não é uma opção, sobretudo, para o vocalista e fundador Manu "Joker" Henriques. Isso é um dos fatores que torna essa uma das bandas brasileiras mais criativas da atualidade, evoluindo a cada trabalho. Inclusive, no presente álbum se nota claramente uma evolução sonora em relação ao EP “Libre” (2022). Parte significativa dessa evolução observada em "Ganeshu" também é atribuída a um novo ciclo artístico e uma reafirmação da força da banda após três décadas de carreira. Mudanças profundas ocorreram nos anos recentes (ex: a saída do baterista Marcos Henriques após 21 anos na banda), levando a reformulação total que resultou na permanência somente de Manu. Quando se escuta Ganeshu do início ao fim se percebe que as músicas fluem e tudo se encaixa, tornando-o assim, uma catarse e prova de resiliência perante a mudanças profundas. A sonoridade forte, firme e consistente do álbum resume tudo isso. O início com "A Profecia" chega como uma pancada certeira numa pegada mais HC com o peso do thrash. De cara já é uma das melhores do álbum. No rastro vem "Confesso" com uma bateria potente e quebradas de tempo bem colocadas. "Tem Fogo" é daquelas que instiga quando ouve e facilmente crava na cabeça. O convite ao mosh e bate-cabeça com "Exu não passa pano". Embora haja destaques como esses citados, Ganeshu é bom de se escutar no "flow" do início ao fim. Já dizia Bruce Lee: "seja como a água, sem forma e moldável a qualquer circunstância". Assim caminha o Uganga.
Visitando lojas de discos na República Tcheca
Por Écio Souza Diniz
Durante meu período residindo na República Tcheca aproveitei um pouco do tempo para gravar alguns vídeos mostrando lojas populares de discos nas duas principais cidades do país, Praga e Brno. Decidi recentemente deixar esses vídeos verem a luz do dia e compartilhar com as pessoas um pouco do que vi por lá.
É interessante mencionar que as gravações que integram este vídeo foram feitas no segundo semestre de 2022 e de lá para cá os preços nessas lojas permanecem com baixíssima alteração em relação àquele período, assim como o câmbio do real brasileiro para coroa tcheca que se alterou em média 0,35 centavos em reais.
Isso talvez seja um dos exemplos de como países da antiga Europa oriental ou soviética, apesar de na média terem economia menos rica que o oeste, ainda conseguem ter uma estabilidade, o que também pode ter influencia do fato de ainda não haverem adotado o euro e talvez deixar suas economia mais estável. Talvez isso também explique como os melhores festivais de metal extremo do continente, Obescene Extreme e Brutal Assault são na República Tcheca e possuem preços significativamente mais acessíveis que muitos países do oeste.
Que bom que o acesso a cultura do metal na Tchéquia é acessível. De fato, meu período vivendo nesse país foi muito bem aproveitado nesse sentido. 😊
Logo abaixo deixo os nomes das lojas e links sobre elas:
- Knihkupectví a antikvariát (endereço: Spálená 110/53, 110 00 Nové Město, Czech Republic): https://spalena53.cz/
- Vinyl Records (endereço: Josefská 505, 602 00 Brno-město, Czech Republic): http://www.vinylrecords.cz/
- Multiland Brno (endereço: Orlí 491/16, 602 00 Brno-střed, Czech Republic): http://www.multiland.cz/
Confira o vídeo completo: https://youtu.be/p9_6vWC1acU
CONHEÇA O LOCAL DA CAPA DO PRIMEIRO ÁLBUM DO BLACK SABBATH
BIRMINGHAM: um tour pelos lugares que forjaram o Heavy Metal
Por Écio Souza Diniz
Num giro realizado na cidade de Birmingham, no oeste da Inglaterra, eu gravei esses vídeos e cortes onde foram mostrados locais históricos e fundamental importância para o surgimento e ainda propagação do Heavy metal nos dias de hoje. Neste vídeo você pode ver a rua e casa onde Ozzy Osbourne passou vasta parte de sua infância e adolescência, o pub The Crown onde o Black Sabbath fez seus primeiros shows, a ponte com um banco em homenagem ao Sabbath no centro de Birmingham, o gigante touro mecânico nomeado como “Ozzy” na estação central de trem e uma bela exibição dedicada ao Ozzy no principal museu e centro de arte da cidade.
Confira o vídeo completo aqui: https://youtu.be/5DElTzq7ELU
VASCO DA GAMA - Vasco da Gama
Uma das pioneiras do Heavy metal em Portugal, a banda VASCO DA GAMA foi formada em Lisboa em 1982. Em 1983, a banda composta por Luís Sanches (vocais), Carlos Jorge Miguel (guitarra), Tó Andrade (baixo) e Gil Marujo (bateria) lançaram o seu primeiro e único álbum autointitulado "Vasco da Gama". Constituído por oito faixas, o álbum. O potencial da banda era claramente estampado na precisão e feeling com que executava uma sonoridade orgânica, tradicional e genuína. Logo na entrada com "Avé Rei do Mal" já se mostram os riffs diretos e cortantes que se conectam bem com o timbre de Sanches. Em "Confusão ou Ilusão" você ouvirá um refrão marcante e solos inspirados. Na faixa "Lendas e Mitos" temos interessantes alternâncias entre partes cadenciadas e mais rápidas, típicas da sonoridade praticada na NWOBHM. A pegada de "Rock'n Rosseau" mescla riffs e bases de metal com rock clássico dos anos 50, tornando essa uma faixa de muito bom gosto. A faíxa-título é cativante e com riffs e refrão dificeis de esquecer, que ficam ecoando na mente. O fechamento soturno do disco com a cadenciada e psicodélica "Morte" dá um toque diferenciado e ressalta as linhas do baixo alinhadas aos riffs solados e distorcidos. Alguns anos mais tarde, em 1988, a banda participou de um split álbum com outras duas bandas portuguesas, IBÉRIA e SAMURAI. Depois disso, infelizmente não houve mais registros fonográficos do VASCO DA GAMA, o que torna esse primeiro e único álbum ainda mais especial e marcante.
Faixas: 1. Avé Rei do Mal / 2. Confusão ou Ilusão / 3. Varinaice / 4. Lendas e Mitos / 5. Feijão Verde / 6. Rock'n Rosseau / 7. Vasco da Gama / 8. Morte
UNRIHT - Satanic Black Goat
SCHIZO - Live From Collapse
Ouça o álbum: https://blacktearslabel.bandcamp.com/album/schizo-live-from-collapse
BLASART - Depravatus
Quase oito anos após o EP "Rebellion Abyss Chaos" (2014), os chilenos do BLASART voltam com tudo com o mais recente EP "Depravatus" (2022). A banda composta por Carlo Giaquinta (vocal), Mauricio "Bruma" Mercado (baixo), C.I.R.R. (bateria), Felipe Rodriguez (guitarra) e Eduardo Vera (guitarra) mostra que a potência do seu Black metal está intacta e com ganas de agressividade maiores. Vale ressaltar que a gravação e produção em geral foram feitas com ótima qualidade e mostram a razão do BlASART ser um dos nomes fortes do cenário extremo na capital Santiago. A fúria, agressividade e rapides a ríspida "Call of the Sacred Phallus" já abre entregando o que esperar desse EP. Sem tregua a sequência com "Profanation of the Nazarenes Death" segue como um tanque de guerra. Para fechar, "Ritual of Poisonous Immersion" dá o golpe final. São três faixas que valeriam um álbum completo, visto que elas mantém uma sequência e dinâmica sonora intactas do início ao fim, ganhando a atenção focada do ouvinte. Que venha o próximo álbum!
Links sobre a banda:
https://www.facebook.com/blasartchile
https://www.instagram.com/blasartband/
Faüst - Tinnitus Inquisition
Direto de Praga, capital da República Tcheca, o Faüst chega mostrando uma porrada sonora bem feita, sólida e agressiva nesse primeiro álbum. Formada por Jenda Lapáček (baixo e vocal), Honza Šole (bateria), Kryštof Eichler (vocal e guitarra) e Teodor Majerík (guitarra), a banda mostra uma evolução na qualidade sonora desde o EP "Faüst" (2020). Aqui você pode esperar um thrash direto e sem conceções, repleto de vocais ácidos e riffs numa pegada speed metal. A entrada com "Curse Eternal" já escancara alternâncias entre partes cadenciadas e partes rápidas, abrindo espaço para as agressivas e rápidas "Jungle Mangled", "Exitus Freefall" e "Born To Be Sacrificed". Já "Let's Go Neanderthal" tem uma base de batera consistente e dinâmica. Com "Frontal Lobotomy" você sentirá a irrestível vontade de banguear e bater cabeça intensamente. Ouça bem alto!
Links sobre a banda:
https://faustxthrashingdoom.bandcamp.com/
INCANTATION - Vanquish in Vengeance
Por Écio Souza Diniz
O INCANTATION, formado pelo guitarrista e vocalista John McEntee e o baixista Paul Ledney no fim dos anos 80, se tornou um dos pilares do death metal oldschool calcado no peso aliado a cadencia do doom metal e na rapidez do black metal, constituindo bases para uma atmosfera mórbida, pútrida e blasfema.
Finalmente chega ao mercado brasileiro via Black Hole Productions o oitavo álbum de estúdio da banda, Vanguish in Vengeance (2012), que marca o início de uma produção mais lapidada e "limpa" nas suas gravações. Isso potencializou a sonoridade através da maior perceptividade do desempenho de cada instrumento, especialmente das linhas de baixo. Ou seja, há uma coesão maior aqui entre peso e agressividade, mas mantendo as impressões digitais do INCANTATION. Além disso, este disco combina bem elementos da sonoridade dos primeiros discos da banda com seus trabalhos até então nos anos 2000.
De cara com a abertura do disco contida nos marcantes riffs e bases de baixo de Invoked Infinity que antecedem a agressividade e rapidez você já se depara o death metal em estado bruto e puro. No decorrer do álbum momentos de destaque ocorrem com Ascend into the Eternal e sua dinâmica heterogênea, a brutalidade dos arrasa quarteirão Transcend into Absolute Dissolution e a faixa título.
Ainda como destaques temos as cadenciadas e arrastadas Profound Loathing e Legion of Dis, esta última uma longa e agonizante combinação death/doom.
Se você é adepto da escola noventista do death metal que o INCANTATION ajudou a consagrar, este é um dos seus melhores trabalhos no novo milênio que mantém sua tradição e ainda enaltece a criatividade com novos elementos. Nota: 9/10.
Faixas: 1. Invoked Infinity / 2. Ascend into the Eternal / 3. Progeny of Tyranny / 4. Transcend into Absolute Dissolution / 5. Haruspex / 6. Vanquish in Vengeance / 7. Profound Loathing / 8. The Hellions Genesis / 9. From Hollow Sands / 10. Legion of Dis
Mais informações e aquisição do split no Brasil:
https://www.facebook.com/blackholeproductions/
https://blackholeprods.bandcamp.com/
EXCITER - Heavy Metal Maniac
PENTAGRAM - PENTAGRAM
VULCANO - Live!
ONSLAUGHT - The force
SARCÓFAGO - Discografia comentada
CELTIC FROST - Morbid Tales
WITCHFINDER GENERAL - Friends of Hell
NUCLEAR ASSAULT – Game Over
Danny Lilker pode se gabar de estar envolvido em alguns dos principais atentados musicais oriundos do abundante cenário subterrâneo dos EUA.
Depois de participar do projeto revolucionário S.O.D (Stormtroopers Of Death), Danny Lilker dava continuidade na empreitada intitulada Nuclear Assault, inegavelmente um dos ícones do Thrash Metal.
Formado por Dan Lilker (bass), John Connelly (vocal and guitars), Gleen Evans (drums) e Antony Bremate (guitars) nos subúrbios de Nova Iorque (EUA).
O grupo executa no debute "Game Over" um som mais rápido que as bandas anteriores de Dan Lilker. Ele queria tocar algo que soasse tão sombrio como o BATHORY e rápido como SLAYER e CELTIC FROST, porém o restante dos membros queriam tocar um Thrash com o pé no Hardcore.
Produzido por Alex Perialas e lançado pela Combat Records em 1986, “Game Over”, é marcado pela fusão enfurecida de Thrash Metal com Hardcore, som veloz, com bases rápidas e vocais agudos do baixinho berrador John Connelly.
Diferentemente dos conjuntos da Bay Area, as bandas da costa leste americana tinha muita influência do Punk/Hardcore Nova-iorquino.
A estreia vinílica "Game Over" começa com a veloz “Born, Suffer, Die” que antecede os convites ao mosh “Sin”, “Radiation Sickness”, “Cold Steel”, todas músicas são arregaça pescoços. A faixa número 7, é o hino da banda em minha opinião, “After The Holocaust”, é harmonia total entre explosão e energia e “Hang The Pope” é o grindcore antes do mesmo, um requinte demente da música agressiva.
A capa do álbum foi desenhada pelo renomado Ed Repka, uma espécie de Derek Riggs (criador do Eddie, mascote do IRON MAIDEN) do Metal Porrada.
Coloque seu colete cheio de paths, vista sua calça jeans colada, calce seu tênis cano alto, e sinta esse assalto Thrash Metal destruir sua cabeça.









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