BLASART - Depravatus

Por Écio Souza Diniz

Quase oito anos após o EP "Rebellion Abyss Chaos" (2014), os chilenos do BLASART voltam com tudo com o mais recente EP "Depravatus" (2022). A banda composta por Carlo Giaquinta (vocal), Mauricio "Bruma" Mercado (baixo), C.I.R.R. (bateria), Felipe Rodriguez (guitarra) e Eduardo Vera (guitarra) mostra que a potência do seu Black metal está intacta e com ganas de agressividade maiores. Vale ressaltar que a gravação e produção em geral foram feitas com ótima qualidade e mostram a razão do BlASART ser um dos nomes fortes do cenário extremo na capital Santiago. A fúria, agressividade e rapides a ríspida "Call of the Sacred Phallus" já abre entregando o que esperar desse EP. Sem tregua a sequência com "Profanation of the Nazarenes Death" segue como um tanque de guerra. Para fechar, "Ritual of Poisonous Immersion" dá o golpe final. São três faixas que valeriam um álbum completo, visto que elas mantém uma sequência e dinâmica sonora intactas do início ao fim, ganhando a atenção focada do ouvinte. Que venha o próximo álbum!

Links sobre a banda:

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bit.ly/3LMReRT


Faüst - Tinnitus Inquisition


Por Écio Souza Diniz

Direto de Praga, capital da República Tcheca, o Faüst chega mostrando uma porrada sonora bem feita, sólida e agressiva nesse primeiro álbum. Formada por Jenda Lapáček (baixo e vocal), Honza Šole (bateria), Kryštof Eichler (vocal e guitarra) e Teodor Majerík (guitarra), a banda mostra uma evolução na qualidade sonora desde o EP "Faüst" (2020). Aqui você pode esperar um thrash direto e sem conceções, repleto de vocais ácidos e riffs numa pegada speed metal. A entrada com "Curse Eternal" já escancara alternâncias entre partes cadenciadas e partes rápidas, abrindo espaço para as agressivas e rápidas "Jungle Mangled",  "Exitus Freefall" e "Born To Be Sacrificed". Já "Let's Go Neanderthal" tem uma base de batera consistente e dinâmica. Com "Frontal Lobotomy" você sentirá a irrestível vontade de banguear e bater cabeça intensamente. Ouça bem alto! 

Links sobre a banda:

https://faustxthrashingdoom.bandcamp.com/

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https://www.facebook.com/faustxthrashingdoom

INCANTATION - Vanquish in Vengeance

 Por Écio Souza Diniz

O INCANTATION, formado pelo guitarrista e vocalista John McEntee e o baixista Paul Ledney no fim dos anos 80, se tornou um dos pilares do death metal oldschool calcado no peso aliado a cadencia do doom metal e na rapidez do black metal, constituindo bases para uma atmosfera mórbida, pútrida e blasfema.

Finalmente chega ao mercado brasileiro via Black Hole Productions o oitavo álbum de estúdio da banda, Vanguish in Vengeance (2012), que marca o início de uma produção mais lapidada e "limpa" nas suas gravações. Isso potencializou a sonoridade através da maior perceptividade do desempenho de cada instrumento, especialmente das linhas de baixo. Ou seja, há uma coesão maior aqui entre peso e agressividade, mas mantendo as impressões digitais do INCANTATION. Além disso, este disco combina bem elementos da sonoridade dos primeiros discos da banda com seus trabalhos até então nos anos 2000. 

De cara com a abertura do disco contida nos marcantes riffs e bases de baixo de Invoked Infinity que antecedem a agressividade e rapidez você já se depara o death metal em estado bruto e puro. No decorrer do álbum momentos de destaque ocorrem com Ascend into the Eternal e sua dinâmica heterogênea, a brutalidade dos arrasa quarteirão Transcend into Absolute Dissolution e a faixa título. 

Ainda como destaques temos as cadenciadas e arrastadas Profound Loathing e Legion of Dis, esta última uma longa e agonizante combinação death/doom. 

Se você é adepto da escola noventista do death metal que o INCANTATION ajudou a consagrar, este é um dos seus melhores trabalhos no novo milênio que mantém sua tradição e ainda enaltece a criatividade com novos elementos. Nota: 9/10.

Faixas: 1. Invoked Infinity / 2. Ascend into the Eternal / 3. Progeny of Tyranny / 4. Transcend into Absolute Dissolution / 5. Haruspex / 6. Vanquish in Vengeance / 7. Profound Loathing / 8. The Hellions Genesis / 9. From Hollow Sands / 10. Legion of Dis


Mais informações e aquisição do split no Brasil:

https://www.facebook.com/blackholeproductions/

https://blackholeprods.bandcamp.com/


EXCITER - Heavy Metal Maniac


Por Lucas Araújo Alves

Em meados de 1983 o Heavy Metal tornava-se mais rápido e ríspido, os sons da NWOBHM estimularam uma nova "brigada", ou melhor uma nova disputa. Era o início da saga das músicas velozes com tempero inglês de RAVEN, malevolência de VENOM, rapidez germânica de ACCEPT , cadencia do canadense ANVIL e categoria desbravadora de JUDAS PRIEST e MOTÖRHEAD.

A velocidade da faixa “Exciter” presente no álbum “Stained Class” do JUDAS PRIEST, lançado em 1978, serviu de fonte de inspiração para muitos grupos, dentre eles, um ícone que nasceu no Canadá em 1979.

O EXCITER é uma alude do aço que despertou a atenção de várias bandas e fãs do heavy metal, o vocalista era o próprio baterista. O álbum ‘’Heavy Metal Maniac’’ foi lançado em de junho de 1983. O trabalho tem gravação simples e o clima é total headbanger underground. 

As guitarras e o baixo são implacáveis no debute, assim como o esfolador Dan Beehler com sua voz e batida, um mutante com feeling de Rob Halford (JUDAS PRIEST) e pegada de Phill "Animal" Taylor (MOTÖRHEAD).

Assim como o VENOM, o EXCITER tinha um visual carregado de couro, correntes e coletes, mas eles tinham um diferencial, Dan Beehler parecia ter dois pulmões, ele era o vocalista e baterista, dono de um vocal esganiçado cheio grunhidos e uma pegada matadora, Dan se tornou um ícone do gênero.

A partir de “Heavy Metal Maniac”, espalharia pelo mundo uma nova safra de bandas de Speed Metal. 

Pergunte aos músicos do DESTRUCTION, SODOM, ARTILLERY a importância desse grupo canadense chamado EXCITER?

Um dos combos mais importantes do Heavy Metal Underground oriundo dos anos oitenta.


PENTAGRAM - PENTAGRAM

Por Lucas Araújo Alves

Ícone, expoente, desconhecido e sombrio. Esse é o PENTAGRAM, um dos dinossauros do underground norte-americano, um dos raros conjuntos que enfrentaram o anonimato e a injustiça do não reconhecimento, puro exemplo de persistência e pioneirismo.  O Pentagram representa a fusão da cultura hippie dos anos 60 e o satanismo lírico de COVEN e BLACK SABBATH. Tudo isso aliado ao tempero de influência da arte intelectual de Crowley e logicamente à uma mescla do entretenimento pavoroso de Charles Manson. Formado em 1972, no período dopado e criativo do Rock and Roll, esse grupo era considerado o BLACK SABBATH ianque: Som pesado, lento e letras apavorantes. Liderado pelos ‘’Hippies’’ satânicos Booby Liebling (Vocal) e Victor Griffin (Guitarra), o Pentagram realizou sua estreia em formato “Full Lenght’’ 13 anos após sua fundação, depois de diversas demos espalhadas no cenário, inclusive a clássica Underground Sound de 1977. Finalmente nasceu em 1985, o debut do quarteto. Além de Booby e Victor a banda era formada por Martin Swaney no baixo e o grande baterista Joe Hasselvanderl, que hoje toca no influente grupo RAVEN. O álbum Pentagram ou simplesmente Relentless é uma junção de sons Sabbaticos, ultrajados de personalidade e ocultismo. A originalidade não é evidente, mas a sonoridade lacrimeja os primórdios do puro Doom Metal, músicas como ‘’The Ghoul’’, ‘’Dying World’’, ‘’Death Row’’ e “Sign Of The Wolf (Pentagram)” são hinos desse monstro profano da música pesada. Vida longa ao PENTAGRAM e ao som nosso de cada dia. ‘Eternal Doomed’, "Ancestral Pentagram"

VULCANO - Live!

Por Lucas Araújo Alves 

O ano era 1985, a ditadura militar havia ‘acabado’, o então novo presidente que era a esperança , acabou morto misteriosamente. O Brasil atravessava suas agruras financeiras e meio que perdido pela falta de identidade cultural, brotou a esperança de ávidos amantes do som pesado, eles se encontraram em um monumental festival chamado Rock in Rio, o espetáculo foi considerado a “Woodstock tropical" onde milhares de jovens roqueiros despertaram sua loucura eloqüente e frenética. O início dos concertos da tal pedra louca começou por essas terras tupiniquins graças ao ponta pé inicial de gigantes como o mestre teatral ALICE COOPER (1974), o dramático QUEEN (1981), os explosivos VAN HALEN e KISS (1983), além de outros títulos importantes. Mas nem tudo eram flores, se por um lado o rock glamoroso tinha suporte e apoio de gravadoras e empresários, no movimento independente conhecido como underground a realidade era extremamente distinta. Imagine o cenário heavy metal nacional em 1985. Mesmo com a precariedade o exército batedor de cabeça integrado por amantes ávidos garotos apaixonados por heavy metal se aglomerava em clubes mofados e encardidos, tudo em prol ao ritual do mortífero som metálico. Os lançamentos de coletâneas, splits e discos eram feitos na base do crivo real: batalhas, sangue e suor. Originário de Santos (SP), o VULCANO mantinha uma proposta tradicional com claras inclinações do Hard Rock 70’s, lanado em 1983, o primogênito "Om Pushne Namah" carrega essa áurea. Contudo, o brilho sonoro foi ofuscado pela descarga maldita do Heavy metal agressivo, veloz e violento. De fato, o vulcano é muito mais do que um mero conjunto brasileiro influenciado por MOTÖRHEAD, VENOM e MERCYFUL FATE. É uma instituição generativa que propagou sobre todos à furiosa erupção do seu próprio nome, tornando-se um cataclismo sul americano em plena era Heavy Metal. A consagração definitiva esta registrada no em cada sulco do lendário disco ao vivo “Live!”. 
Gravado na cidade de Americana (SP), todas as nuances desse registro ultrapassa as barreiras do limite rústico, atingindo eternamente o coração dos fieis headbangers do Brasil. Em Live, o público ensandecido clama ininterruptamente pelo delírio Heavy Metal Extremo. A saudação do vocalista Angel:“Os portais do inferno se abrem, para vocês Vulcanoooo”, é simplesmente o prelúdio de toda uma geração, tudo esta escrito eternamente em “Witch's Sabbath”, “Prisioner From Beyond”, “Fallen Angels”, “Devil On My Roof”, “Guerreiros de Satã”, “Riding In Hell”, “Total Destruição” e “Legiões Satânicas”. Ergam suas cabeças e punhos para cortejar o álbum mais importante do Heavy Meta Extremo Nacional. Atemporal!

ONSLAUGHT - The force


Por Lucas Araújo Alves

Lendária banda britânica crescida na chacina. Começaram no caos da influência punk hardcore de 1982, embriagados por fontes inesgotáveis de Discharge, The Exploited, G.B.H. Logo venderam alma pro lado negro e fizeram um dos aços retorcidos mais toscos e legais dos anos 80, sim, o glamoroso e poderoso "Power From Hell". Um eco dos primórdios do metal da morte repleto de focos do metal velocistas também chamado speed metal. 

Com uma baita reformulação, lançaram aquele que é o ápice do conjunto. Das forças do lado negro ainda nas letras o Onslaught fez a investida da besta no Thrash Metal, e o resultado foi um sonoro ataque devastador.

A entrada do vocalista Sy Keeler trouxe mais dotes metálicos ao som do entao quinteto do Reino Unido. Mesmo a Inglaterra não tendo focos thrashing naquele 1986, o abatedouro Onslaught reinou em sua criação sonora ardida chamada 'the force'. 

Mesclando influências de Venom, Mercyful Fate, Slayer, Metallica e Destruction, o grupo mesclou a violência do thrash speed e o clímax do Black metal. Basta conferir pauladas como 'Let There Be Death", "Metal Forces", hino!, "Fight With The Beast", "Flame Of The Antichrist", um thrash metal em forma de Mercyful Fate ",Melissa" com nuances de Slayer "Show no Mercy". 

O Onslaught mostrou que a palavra força é surgida por meio do poder do inferno, mas a força bruta seria concretizada neste ótimo álbum de thrash metal acelerado e cadenciado.

Talvez era a banda certa de metal rápido no lugar não ideal , pois qualidade, sagacidade e identidade eles tinham de sobra. 

SARCÓFAGO - Discografia comentada

Por Écio Souza Diniz

I.N.R.I (1987)

Um início arrebatador que influenciou e foi referência do Metal Extremo em todo o mundo. Este é o legado que logo de cara o Sarcófago, deixou lançando este álbum, sendo considerada como uma banda realmente de extremos, o que levou a origem da frase que definia seu som e a legião de seguidores: “Sarcófago: Ame ou odeie”. Daí em diante foi uma das bandas mais polêmicas que passaram pela história do metal nacional. A abertura com Satanic Lust, já dá uma idéia da agressividade que compõe o set list restante. A pancadaria segue com Desecration of virgin, I.N.R.I, Christ’s death acompanhada da cadenciada e densa Nightmare (um clássico), a blasfêmia roga por atingir nível mais alto em The last slaughter e Recrucify/The Black Vomit (um tormento). Esta versão de INRI, sob a qual resenho, foi lançada pela Cogumelo Records em 2002, vindo ainda com material extra a primeira prensagem do álbum, é um clássico indispensável aos fãs de extremo, principalmente Death/Black Metal.

CELTIC FROST - Morbid Tales


Por Lucas Araújo Alves

1984: A Invasão dos Mini Álbuns do Heavy Metal Extremo: Agressividade, Velocidade, Peso e Blasfêmia. Depois dos primeiros lançamentos de VENOM, METALLICA e SLAYER, o Heavy Metal evidenciava que precisava ser mais veloz, primitivo e até mais underground do que até então já era. A partir de 1983, jovens incrédulos despertavam suas fúrias por sons viscerais, famintos por heavy metal e hardcore, eles criavam bandas com características sonoras cada vez mais rápida e pesada. Surgiam nos porões imundos do planeta, grupos que cuspiam ódio e respiravam caos.

O CELTIC FROST era uma dessas bandas da primeira safra da música extrema. O nome do conjunto foi extraído de uma canção dos doutrinadores do épico Heavy/Doom americano, o integro CIRITH UNGOL. Que antes do asqueroso HELLHAMMER já carregava a áurea de pior banda do mundo. Pior era o crânio esmagado daqueles idiotas rotuladores!

O CELTIC FROST veio das cinzas malditas do incrivelmente asqueroso HELLHAMMER, um dos filhos mais penumbrosos e caóticos do necrotério denominado Metal Negro.

Lançado no também abominado ano de 1984, via Noise Records, o primogênito ‘’Morbid Tales’’ é um EP denso, cuja musicalidade apresentada é carregada de pedais duplos, guitarras abafadas e vocais personalizados, cheios de urros no melhor estilo gutural tosco (UH)! 
Composto por Tom Warrior (vocal e guitarra), Martin Eric Ian (baixo) e Stephen Priestly (bateria) este pequeno registro é uma das raízes do bastardo metal da morte.

O disco abre com a introdução sinistra “Human”, que na verdade é apenas um susto que antecede a pancada “Into The Crypt Of Rays’’. Pauladas sonoras como “Visions Of Mortality”, “Nocturnal Fear” e “Procreation Of The Wicked” estão presentes nesta obra maldita, que segue dilacerando os ouvidos alheios até hoje. "Morbid Tales" é a combinação entre Death Metal cru, temperado com influencias do Punk e Hardcore. O melhor disco de afinações baixas do metal underground 80’s. Um combo eterno do Death metal.

O disco tem formatos diferentes, há duas versões distintas do EP. A versão Americana consta as faixas: ‘’Dethroned Emperor’’ e ‘’Return To The Eve’’. O vanguardista e inteligente CELTIC FROST fez e faz escola até os dias atuais, Thomas Warrior é um das mentes mais criativas do gênero. 

WITCHFINDER GENERAL - Friends of Hell


Por Lucas Araújo Alves

Originário da classe em extinção dos animais primatas e gigantescos da família colossal B- Sapiens, exatamente, a criação mutante das afinações baixas e pesadas, registradas na categoria B de BLUE CHEER, BLACK SABBATH, BANG, BUFFALO, BOOMERANG, BLUES CREATION, BLACKWATER PARK e BUDGIE! O WITCHFINDER GENERAL catalisou o peso mastodonte e seguiu a direção traçada pelos mestres ancestrais citados. Os coveiros perversos ingleses realizaram uma das melhores estréias de toda gloriosa trajetória da NWOBHM. O mágico “Death Penalty” captou o vigor indescritível setentista e inseriu a banda no altar do desconhecido, sabe aquelas bandas recheadas de mistério e lendas, sim, o WITCHFINDER GENERAL é místico. A formação básica como trio no debut, onde curiosamente Phil Cope conduzia as “pás elétricas”: guitarra e baixo. O segundo ato da fogueira tradicional da Malleus Maleficarum foi nomeada de “Friends Of Hell”. Nesse registro a formação era um maléfico quarteto composto por: Zeeb Parkes (vocal),Phil Cope (guitarra),Rod Hawkes (baixo) e Graham Ditchfield (Bateria). "Friends Of Hell" sustenta as chamas da cremação soturna setentista, todavia a sonoridade é mais veloz, acrescida de um baixo incrivelmente pesado e com requintes de crueldade. Nada de sobras de obras passadas e comparações vazias, "Love on Smack", “Friends Of Hell”, “Music” “Quietus”, são invasões sonoras furiosas dos caçadores, enquanto “Shadowed Images”, “I Lost You” e “Requiem for Youth", soam como músicas de fundo de uma missa de sétimo dia, um tributo sarcástico às jovens assassinadas, aqui, o clima é sabatical, lúdico e deprimente. O segundo disco dos britânicos é outro marco dentro do Heavy Metal, e na decadente década de 1990, muitos grupos de Stoner metal foram batizados nessa tocha influente. Por isso, é possível afirmar que o "General Caçador de Bruxa" (nome inspirado na auto titulação de MATTHEW HOPKINS, referência ao carrasco no século XVII), é um dos testamentos sólidos da proliferação Doom Metal. Infelizmente, após esse álbum o grupo entrou em um hiato sem fim, que acabou gerando o terceiro álbum apenas vinte e cinco anos depois.

NUCLEAR ASSAULT – Game Over

Por Lucas Araújo Alves

Danny Lilker pode se gabar de estar envolvido em alguns dos principais atentados musicais oriundos do abundante cenário subterrâneo dos EUA.

Depois de participar do projeto revolucionário S.O.D (Stormtroopers Of Death), Danny Lilker dava continuidade na empreitada intitulada Nuclear Assault, inegavelmente um dos ícones do Thrash Metal.

Formado por Dan Lilker (bass), John Connelly (vocal and guitars), Gleen Evans (drums) e Antony Bremate (guitars) nos subúrbios de Nova Iorque (EUA).

O grupo executa no debute "Game Over" um som mais rápido que as bandas anteriores de Dan Lilker. Ele queria tocar algo que soasse tão sombrio como o BATHORY e rápido como SLAYER e CELTIC FROST, porém o restante dos membros queriam tocar um Thrash com o pé no Hardcore.

Produzido por Alex Perialas e lançado pela Combat Records em 1986, “Game Over”, é marcado pela fusão enfurecida de Thrash Metal com Hardcore, som veloz, com bases rápidas e vocais agudos do baixinho berrador John Connelly.

Diferentemente dos conjuntos da Bay Area, as bandas da costa leste americana tinha muita influência do Punk/Hardcore Nova-iorquino.

A estreia vinílica "Game Over" começa com a veloz “Born, Suffer, Die” que antecede os convites ao mosh “Sin”, “Radiation Sickness”, “Cold Steel”, todas músicas são arregaça pescoços. A faixa número 7, é o hino da banda em minha opinião, “After The Holocaust”, é harmonia total entre explosão e energia e “Hang The Pope” é o grindcore antes do mesmo, um requinte demente da música agressiva.

A capa do álbum foi desenhada pelo renomado Ed Repka, uma espécie de Derek Riggs (criador do Eddie, mascote do IRON MAIDEN) do Metal Porrada.

Coloque seu colete cheio de paths, vista sua calça jeans colada, calce seu tênis cano alto, e sinta esse assalto Thrash Metal destruir sua cabeça.



DARK ANGEL – Darkness Descends

Por Lucas Araújo Alves

Após o lançamento do debut, We Have Arrived, em 1984, o DARK ANGEL lançou no dia 17 de Novembro de 1986, o segundo ato de destruição sonora, nomeado Darkness Descends. A bolacha foi distribuída pelo selo Combat Records. Diferente do primeiro álbum, Darkness Descends é mais virulento e rápido. Podemos dizer que o trabalho é mais técnico, menos obsoleto e fatalmente eficaz. Um tanque sonoro, um rolo compressor de crânios metálicos.

Descendentes obscuros, título sombrio de um dos petardos que refletem a sonoridade Thrash Metal mais insana da década de oitenta, ao lado de Reign In Blood (SLAYER), Pleasure To Kill (KREATOR), Beneath The Remains (SEPULTURA), Illusions (SADUS), Attomica (ATTOMICA), Ritually Abused (NUM SKULL) e alguns outros. Esse o primeiro álbum com o baterista, ou melhor a locomotiva humana, Gene Hoglan, talvez um dos músicos mais diferenciados da história do gênero. Os riffs ultrarrápidos de Jim Durkin e Erik Meyer são impiedosos, o vocal veloz e agressivo de Don Doty, apresentava uma grandiosa voracidade.

O holocausto musical começa com a poderosa faixa autointitulada e segue com The Burning Of Sodom, com aceleração fora do normal, Hunger Of The Undead, Merciless Death, versão mais insana que a do debut, e Death Is Certain (Life Is Not). Essas fiaxas são misseis nucleares fulminantes lançado por fanáticos thrash metalheads. Black Prophecies, um dos riffs mais arregaçados da história do Heavy Metal, e Perish In Flames fecham essa lição de violência chamada Darkness Descends.


Gene Hoglan declarou em uma entrevista na época, que a sonoridade do álbum é a trilha sonora de uma possível terceira guerra mundial. O avassalador DARK ANGEL contribuiu para a inspiração de diversas bandas de Thrash, Death e Black Metal. O álbum é reverenciado por integrantes de grupos como MASTER, SEPULTYRA, MORBID ANGEL, SADUS, DEMOLITION HAMMER, NUM SKULL, PESTILENCE, entre outros. 

A capa foi desenhada pelo renomado Ed Repka, o pintor da arte Thrash Metal. Disco estupendamente aniquilador !

NAPALM DEATH - Scum

Por Lucas Araújo Alves

Integrado por jovens aficionados em sons explosivos do hardcore e metal. O politizado NAPALM DEATH da "sagrada" cidade de Birmingham (ING), criou nos anos 80 um novo formato para a música extrema, o esporrento e asqueroso Grind Core.

O grupo era o completo paradoxo de toda a baboseira pacifista sessentista e de todo "Way Of Live" da década de oitenta. Em 1987, o underground defecava e ao mesmo tempo vomitava, o álbum mais radical desde "Kill Em All" do METALLICA e "Apocalyptic Raids" do HELLHAMMER.

A estreia vinílica dos ingleses foi lançada de forma independente. O disco "Scum" cospe 28 cacetadas que confrontam à todos. O álbum demonstra um repulsivo distúrbio sonoro inovador. Batidas ultra rápidas de bateria, guitarras zombadas e vocais gritados e urrados. A representação musical demonstrava toda a insatisfação contra o capitalismo, e o narcisismo consumista e glamouroso da impetuosa era Teatcher e Reagan.

A arte do álbum demonstra uma enorme caveira apodrecida entorno à políticos e empresários do sistema capitalista, ao redor dos engravatados uma deplorável família miserável, e mais embaixo, diversos logos de multinacionais em meio a um lamaçal de esterco.

O primeiro torpedo do NAPALM DEATH, encerrou definitivamente a disputa entre os grupos por velocidade, o Death Metal já existia em 1987, mas coube ao Grindcore definir a violência sonora e o padrão crítico, politizado, putrificado e agonizante da "anti música".

O álbum têm duas formações distintas, no lado A do disco é composto por Nicholas Bullen (vocal e baixo), Justin Broadrick (guitarras) e o famigerado batera Mick Harris que tocou nos dois lados do play. No lado B, consta Lee Dorian (vocal), Bill Steer (guitarras) e Mick Whitley (baixo).

Essa diferenciação de músicos tornou "Scum" mais emblemático ainda, isso já era a coisa mais Punk/Core que uma banda podia fazer em pleno anos oitenta.

NAPALM DEATH foi um dos grandes nomes na trajetória da estilhaçada música brutal, um dos representantes mais simbólicos e influentes da segunda onda britânica. Nessa onda, a escola da pancadaria inglesa ainda tinha representantes como CARCASS, BOLT THROWER, BENEDICTION e CANCER.

IRON ANGEL - Hellish Crossfire




Por Lucas Araújo Alves

A velocidade iniciada nos primeiros discos de ícones metálicos como RAVEN, ACCEPT, VENOM e TANK influenciou vários grupos de Speed Metal. Natural da cidade de Hamburgo (Alemanha), o IRON ANGEL é um dos ícones do som velocista, chamados de Judas Priest do speed metal. 

O debute “Hellish Crossfire’’ é uma avalanche sonora. O vocal rouco e esganiçado de Dirk Schröder é uma versão mais extrema de UDO (Accept). O trabalho das guitarras é rápido e pesado, os guitarristas cospem riffs na velocidade da luz.

A sequência das faixas "destrói" o tímpano do ouvinte “The Metallian”, “Sinner 666”, ‘’Black Mass’’(Peso Absurdo), “Legions Of Evil” são ataques absolutos de metal enlouquecedor. 

Mesmo que a arte de "Hellish Crossfire" remeta a algo de bandas clássicas como Cirith Ungol ou Manilla Road, o que ouvimos no disco é puro Speed Metal bestial. 

A velocidade e o peso desse álbum mostra um dos melhores momentos da malevolência do aço teutônico. Assim, como o inicio do RUNNING WILD, LIVING DEATH e GRAVE DIGGER Digger. O IRON ANGEL agradava fãs die hards de KREATOR, CELTIC FROST, VENOM, SLAYER, EXODUS, entre outros. Não fazia da trupe de conjuntos extremos, mas eram indecentemente empolgante e veloz.

DEAD FISH, BAYSIDE KINGS, MONTESE E LAST WARNING: Mister Rock, Belo Horizonte (28-10-2023)

 Por Ramon Teixeira (@ramonsteixeira) e Thiago Pena (@pena.th)

Fotos de Felipe Cavaliere (@felipe_cavalieri)

DEAD FISH


Antes marcados para acontecerem em Contagem-MG, devido a complicações com o espaço para a realização dos shows no município, os shows aconteceram em Belo Horizonte, no Mister Rock, uma das casas mais famosas e bem estruturadas para receber shows de música pesada na capital, localizada na Avenida Teresa Cristina, bairro Prado.

Com os portões abertos desde as 20:00, ao chegar, notava-se uma aglomeração na avenida e uma fila para entrar que ia começando a se avolumar. Devido à proximidade com a celebração do Halloween (31 de outubro), o Mister Rock promovia nas proximidades o “Halloween Mister Rock”, uma festa à fantasia regada ao som de uma série de bandas cover de rock e metal. Então foi interessante notar, além do público para os shows de hardcore promovidos pelos organizadores do tradicional festival Bloco dos Camisa Preta, um trânsito de pessoas diversamente fantasiadas com temas de horror nas proximidades, na chegada e na saída.

LAST WARNING

Lá dentro, o público começava a encher a casa. Evento marcado pela pontualidade, às 20:30, a frente do palco já se reunia uma galera para apreciar o primeiro show da noite, a cargo da banda Last Warning. Surgida de um novo fôlego dos tempos que BH borbulhava bandas de hardcore em suas mais variadas vertentes, em especial influenciadas pelo NYHC mais agressivo, que fomentou uma cena local bem no início dos anos 2000, a banda – fundada em 2012 – conta com um tempero thrash/death metal, que contaminou praticamente tudo que surgiu de som pesado dos anos 80 em diante na região, incluindo as bandas de hardcore nativas. Hoje formada por Jonatan Maxwell (vocal), Rafael Rubinger e Filipe Guimarães (guitarras), Carlos Ziviani (baixo) e Paulo Giordane (bateria), a banda entregou um verdadeiro banquete para quebrar o maxilar e encher de hematoma os presentes.

BRUTAL DEVASTATION METAL FEST

 


Data: 04/11/2023

Local: Carcamano PUB - Av. Afonso Vaz de Melo nº 370, Barreiro, Belo Horizonte - MG

Horário: 18h00

Bandas: ABASBARON, ANCESTRAL MALEDICTION, DESCEREBRATION, DISGRACE AND TERROR, DIVINE DEATH, EVIL SYNDICATE, PATHOLOGIC NOISE. QUEIRON e ROTTEN PURITY

Ingressos: Acesse este link.

R$ 30 - Primeiro lote que está a venda desde já! Apenas 100 unidades.

R$ 50 - Segundo lote

R$ 70 - Portaria


LAGUNA METAL FEST 9


Bandas: Rhestus, Finita, Tandra, Zombie Cookbook, Syn TZ, Malice Garden, Noctus Arcanus, AlkanzA, Phalme e The Wickermen

Data: 30 de Setembro de 2023, sábado, a partir das 13 horas
Local: Clube de Campo, Laguna-SC
Ingressos: PIX Celular (48) 99630-6337

O evento oferecerá também área de Camping liberada, bar e área de alimentação.

ROTTING CHRIST em Belo Horizonte-MG

O ROTTING CHRIST, lenda grega do Black metal, passará pelo Brasil em sua turnê pela América do Sul celebrando seus 35 anos de atividade. Além dos shows em Brasília e São Paulo, a banda também passará novamente pela capital mineira. Confira os detalhes abaixo.

Data: 03/03/2024 – Domingo

Local: Mister Rock

Endereço: Avenida Tereza Cristina, 295 – Prado – Belo Horizonte, MG

Abertura: 18h30

Início: 19h30

Classificação etária: +18

INGRESSOS: https://www.clubedoingresso.com/evento/rottingchrist-bh



NIGHTWÖLF - anuncia lançamento do álbum de estreia.

 


Os brasilienses do NIGHTWÖLF anunciaram o lançamento de seu álbum de estreia, intitulado "The Cult of the Wolf". Com gravação feita em Brasília sob a masterização e mixado por  Nyx e Arthur Dantas no Estúdio Hangar 408, o álbum, que conta com 10 faixas, será lançado pelo tradicional selo Kill Again Records no formato CD e também nas plataformas digitais no dia 13 de outubro de 2023.

A bela arte de capa concebida em moldes clássicos dos anos 80 foi criada por Bebeto Daroz, artista que também criou a capa do EP "Unleash the Beast" (2020).

Para acompanhar informações sobre a banda e lançamento acesse os links abaixo:

https://nightwolfmetal.bandcamp.com/album/unleash-the-beast

https://www.killagainrec.com/

https://www.facebook.com/nightwolfmetal/

https://www.instagram.com/nightwolfmetal/



Morre Cláudio "Cro-Magnon" Lopes, clássico baixista da DORSAL ATLÂNTICA

 


Juntamente com seu irmão  Carlos "Vândalo" Lopes, Claúdio  Lopes da Silva Antonio (nascido a dia 31 março de 1964) foi em 1982 um dos fundadores da lendária banda DORSAL ATLÂNTICA. Infelizmente, Cláudio faleceu aos 59 anos no dia 05 de agosto de 2023 ao sofrer uma parada cardíaca. A banda não somente lançou álbuns de grande valor para o metal nacional, como também foi a pioneira do crossover brasileiro e uniu tribos de punks e headbangers. 

Cláudio pteve participação de grande importância nós clássicos álbuns "Antes do Fim" (1986), "Dividir e Conquistar" (1988), "Searching for the Light" (1990), "Musical Guide from Stellium" (1992) e "Alea Jacta Est" (1994). Depois nos anos 2000, ele participou dos álbuns "2012" (2012), "Imperium" (2014), "Canudos" (2017) e o mais recente, "Pandemia" (2021). 

O POLVORA ZINE presta sua homenagem a Claudio e presta nossos sentimentos ao seu irmão e parceiro Carlos Lopes.





METALIZER FEST II





Data: 20 de agosto de 2023

Local: Mutante Studio, Rua 30 de Julho, 270 - Centro - Americana/SP (Ao lado da loja Heavy Metal Rock)

Horário:16 horas

Bandas:

METALIZER lançando o novo EP "Serial Riffer"

CERBERUS ATTACK

NEOPHITUS

CAOS ONIPRESENTE

Ingressos: 15,00 antecipado via PIX (nome na lista)

20,00 na portaria

PIX: metalizer_thrash@hotmail.com

- Para garantir o nome na lista de antecipados, é necessário enviar o nome completo e o comprovante pelo mesmo e-mail do pix;

- Na porta será aceito somente pagamento em dinheiro ou PIX;

GRAVEDÄNCER: lançado o seu primeiro álbum, "The First Rite".

 


Após as demos "Ripping Metal" e "Unholy Bond" de 2021 e o Split "Salvete Infernum" (2021) com seus conterrâneos do Sanguinário, os paulistanos do GRAVEDÄNCER acabam de lançar seu primeiro álbum "The First Rite" através do selo português Helldprod Records.

Praticando um Speed/Black metal furioso, direto e cru, as nove faixas de "The First Rite" agradará adeptos das vertentes oldschool do metal extremo. O álbum está disponível no formato cassete distribuído pela Helldprod e também pode ser adquirido digitalmente pelo Bandcamp da banda. Confira uma amostra do álbum com a faixa "Guided by the Ancient Ones": https://helldprod.bandcamp.com/album/graved-ncer-the-first-rite

Para adquirir a versão cassete, contacte a Helldprod: https://helldprod.com/shop/index.php

Acompanhe a banda em seu Instagram: @gravedancer_rippingmeta

LOSS: single "The Storm" disponível nas plataformas digitais!

 


A banda LOSS, formada pelo talentoso Marcelo Loss (ex-CONCRETO) lançou recentemente o novo single, "The Storm", mantendo em alta a qualidade do stoner rock que praticam. O single já pode ser acessado nas plataformas digitais da banda. O single foi mixado pelo renomado produtor Tue Madsen, que já trabalhou com nomes como Meshuggah, Dark Tranquillity e Suicide Silence. A produção primorosa combinada com a força musical do LOSS reforça nesse single porque essa é uma das bandas com grande potencial de se expandir num futuro próximo.

Além da música, "The Storm" ganhou um lyric-vídeo animado bem legal, confira:

https://youtu.be/lQqS3XO_P7Q

Para ouvir o single em outras plataformas, acesse: https://hypeddit.com/ltgqlc


Mais informações sobre a banda:

https://www.instagram.com/loss.band/

https://twitter.com/lossband

https://www.facebook.com/loss.rockband

https://www.lossband.com



EXPOSE YOUR HATE: banda lança novo single!


Os natalenses do EXPOSE YOUR HATE lançaram o seu novo single, "The Celebration of Blindness" que mantém a qualidade e agressividade sonora que os torna um dos grupos renomados no cenário Death/Grindcore nacional. 

Sobre a banda: o EXPOSE YOUR HATE foi formado em 1999 em Natal (RN) e tem deixado seu DNA em músicas agressivas e diretas que são bases para temas relacionados com anti-religião, anti-fascismo, indignação social, injustiça, etc. O seu primeiro álbum completo, "Hatecult" (2015) chamou bastante atenção, mas foi com "Indoctrination of Hate" (2014) que cravaram seu nome no cenário extremo. 

Com esse novo single lançado, há expectativa agora para um novo álbum num futuro próximo.

Para ouvir o single acesse: youtu.be/0FD_iT-poRU



TUATHA DE DANANN: lançado o tributo ao SKYCLAD

 


Os duendes mineiros do TUATHA DE DANANN lançaram neste mês de junho de 2023 o seu tributo ao SKYCLAD e MARTIN WALKYIER, considerados os fundadores do estilo hoje popular e conhecido como Folk Metal. 

O tributo é composto por performances da banda gravadas durante a epidemia de Covid-19, período em que mantiveram sua criatividade em alta, aproveitando para produzir essa homenagem. O tributo traz também participações de importantes nomes do cenário metal brasileiro como May Undead (Torture Squad) e Leandro Caçoilo (Viper) e tabmém de Guilherme di Siervi e Elodie Buchonnet (Daruma).

O tributo está disponível em todas as plataformas digitais da TUATHA. Pode já ouvir direto no Spotify:

https://open.spotify.com/album/0y6gcl5CLHgpS4Z4PAnw5r

Aproveite e participe da campanha de financiamento do vindouro novo álbum:

https://newalbum.tuathadedanann.art.br/

1 Festival ANTIFASCISTA

 


Esta primeira edição contará com bandas que representarão as 5 regiões do Brasil.

Local: Chicão do Conic, Asa Sul Edifício Venâncio IV Asa Sul, Brasília, DF

15/07/2023 (Sábado, a partir das 17 horas):

Desalmado (SP), Mancher Cadavre (SP), Bazttardz (MA), Vulture (SP), Terror Revolucionário (DF), Mais que Palavras (DF), Desonra (DF) e Kids Grace (DF)

16/07/2023 (Sábado, a partir das 16 horas):

Delinquentes (PA), Lo Que Te Voy A Decir (RS), Ímpeto (GO), Galinha Preta (DF), Faces do Caos(DF), ARD (DF) e Os Maltrapilhos (DF).

Serão dois de festival para celebrar e conscientizar sobre as questões humanistas, revolucionárias, anti-racistas, anti-LGBT+fóbicas, anti-machistas e sobre a importância de se combater o fascismo e suas raízes podres que insistem a se espalhar não apenas no nosso país como em todo mundo. A nossa luta vai além da música a nossa luta é histórica!!

Para aquisição de ingressos acesse: https://www.sympla.com.br/evento/1-festival-antifascista-rock-df/2043184